Quem contrata um parceiro tecnológico está, no fundo, a fazer uma aposta de confiança. Confia que os processos internos são sólidos, que a segurança da informação é levada a sério e que as promessas feitas em reuniões comerciais correspondem à realidade operacional. O problema é que essa confiança, por si só, não se verifica, a não ser que exista alguém de fora a validar o que a empresa diz sobre si própria. É exatamente para isso que existe a certificação de maturidade digital.
A Orbcom foi avaliada e alcançou o Nível Ouro desta certificação. O patamar mais elevado da escala, atribuído este ano a apenas 13 empresas.
A Certificação de Maturidade Digital é um processo de avaliação externa que mede o nível de maturidade de uma organização em áreas críticas da transformação digital, com especial enfoque na cibersegurança, na gestão de risco e na robustez dos processos internos.
Esta certificação resulta de uma auditoria, que analisa evidências concretas, tais como: políticas de segurança, processos de gestão de risco, práticas de resposta a incidentes e maturidade organizacional na proteção de dados e sistemas.
Na prática, é a diferença entre uma empresa dizer “somos seguros” e uma empresa apresentar um documento assinado por terceiros a comprovar isso mesmo, com critérios públicos e auditáveis por qualquer parte interessada.
Este tipo de certificação tem vindo a ganhar peso em Portugal porque os riscos associados a falhas de cibersegurança deixaram de ser um problema técnico e passaram a ser um problema de negócio.
Interrupção de serviço, perda de dados de clientes, exposição contratual e muito mais, tem custo direto, e cada vez mais empresas (e entidades públicas) exigem prova de maturidade digital antes de fechar um contrato.
A escala da certificação está organizada em três níveis, por ordem crescente de exigência:
Cada nível acima do anterior reduz significativamente o número de empresas que o alcançam e este ano, apenas 13 empresas alcançaram o Nível Ouro.
Não é de todo um número escolhido para soar bem, é o reflexo direto de um critério de avaliação rigoroso, que não deixa espaço para respostas genéricas ou processos “no papel.”
Para a Orbcom, alcançar este nível não foi o objetivo em si, foi a confirmação externa de um trabalho que já vinha a ser feito internamente há vários anos, em áreas como cibersegurança, cloud e infraestrutura de dados, que fazem parte do portefólio de serviços da empresa.
A certificação não cria maturidade. Reconhece-a.
A Certificação de Maturidade Digital, Nível Ouro, atribuída à Orbcom pode ser consultada e verificada publicamente aqui: Entidades Certificadas.
O caso de acesso indevido a dados de utentes do SNS demonstra a importância de controlar credenciais, permissões e acessos em organizações que gerem informação sensível. Uma credencial comprometida pode permitir acessos indevidos a dados críticos, sobretudo quando não existe monitorização adequada ou visibilidade sobre quem consulta a informação.
As credenciais comprometidas podem permitir acessos aparentemente legítimos a sistemas internos, expondo dados pessoais, informação de saúde, processos internos e serviços essenciais. Este tipo de acesso é muitas vezes difícil de detetar de imediato, aumentando o impacto potencial de um incidente de segurança.
A cibersegurança afeta diretamente a continuidade dos serviços, a proteção dos dados dos cidadãos, a confiança pública e a capacidade de resposta das organizações. Por isso, deve ser encarada como uma prioridade estratégica e operacional, e não apenas como uma responsabilidade tecnológica.
Não. A segurança não depende apenas da quantidade de tecnologia implementada. Sem integração, monitorização, controlo de acessos e processos bem definidos, uma organização pode continuar vulnerável mesmo utilizando várias ferramentas. A visibilidade e a governação são fatores essenciais para reduzir riscos.
As entidades públicas podem reforçar a sua postura de segurança através de controlo de acessos, autenticação multifator, gestão de permissões, monitorização contínua, proteção de endpoints, segurança cloud, deteção de comportamentos anómalos e formação regular das equipas. A rastreabilidade dos processos também é fundamental para prevenir e responder a incidentes.
A ORBCOM apoia entidades públicas através de serviços de cibersegurança, cloud, infraestruturas, networking, consultoria tecnológica e desenvolvimento à medida. Disponibiliza ainda soluções como o JAT Fleet, para gestão de frotas, o JAT Center, para centralização de comunicações e atendimento, e o Rolling Legal, para gestão de processos jurídicos. O objetivo é aumentar a segurança, a eficiência operacional e a capacidade de resposta das organizações.
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